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Monitoração do rio em São Luiz do Paraitinga |
Terça-feira, 5 de junho de 2012
O Departamento de Água e Energia Elétrica (DAEE), órgão vinculado à Secretaria Estadual de Saneamento e Recursos Hídricos, instala sistema de monitoramento da bacia do Rio Paraitinga, que acompanhará, em tempo real, as condições do curso d’água, emitindo alertas em caso de risco de enchente.
A medida deve evitar tragédia como a que ocorreu em 2010, quando o nível do rio subiu 12 metros e deixou São Luiz do Paraitinga em estado de calamidade pública. |
Segundo dados da Defesa Civil Estadual, cerca de 9 mil pessoas ficaram desalojadas.
O engenheiro Alfredo Pisani, do DAEE, explica que as informações recolhidas são enviadas para as centrais de monitoramento, o que possibilita verificar o nível do rio, a probabilidade de chuva e, se necessário, emitir um alerta de enchente, com antecedência. |

Sistema acompanhará as condições do curso d’água |
| Instalados em toda a bacia do Rio Paraíba do Sul, os vinte postos de telemetria (equipamento de capitação dos dados), já estão operando. As informações são enviadas para o Centro Tecnológico de Hidráulica e para as Salas de Situação, que ficam na sede do DAEE, em São Paulo, e na Diretoria da Bacia do Paraíba e Litoral do Sul, em Taubaté. |

Rio Paraitinga tem sistema de monitoramento
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O conjunto integra a primeira etapa do sistema e inclui dez postos no Rio Paraíba do Sul; sete, no Rio Paraitinga; dois, no Ribeirão do Chapéu; e um, no Rio Paraibuna.
Segundo informações do Sistema de Alerta a Inundações de São Paulo (Saisp), a monitoração do Rio Paraitinga permite a emissão de alertas de extravasamento do nível de água com até seis horas de antecedência. |
Flávio Conde, responsável pelo Saisp, ressalta que “com os alertas, os moradores e autoridades podem se preparar para eventuais enchentes e, assim, evitar tragédias”.
O projeto, financiado pelo Fundo Estadual de Recursos Hídricos (Fehidro), recebeu, nessa primeira etapa, R$ 900 mil de investimento. O mesmo valor será usado para instalar mais dez postos de telemetria no Rio Paraíba do Sul e na manutenção do sistema, ao longo dos próximos dois anos. |
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